Estamos de volta…

…mas ali ao lado.

É verdade, passámos para um novo endereço: www.oespontâneo.com

Um novo design, um espaço só nosso, mais possibilidades! Sigam-nos lá!

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Férias

Ultimamente temos andado já em modo semi-férias, admitimos, mas em Agosto será mesmo oficial.

Durante estes primeiros meses de “Espontâneo” fomos fazendo várias experiências, umas boas outras más. Numa análise geral conseguimos bons conteúdos, bons comentários, boas discussões e queremos continuar, a começar já em Setembro.

Apesar de nem sempre presentes, a Maria e o Pedro proporcionaram-nos muito bons momentos de análise e comentário aos mais prementes temas da actualidade política e internacional e é meu objectivo que assim continuem. Da minha parte, tentei sempre manter a minha neutralidade, colocando-me um pouco no meio das duas posições.

Estou a planear novas iniciativas em Setembro de forma a ter um blogue mais dinâmico, mais informativo, com melhor design e mais independente. 

Esperem por nós e obrigado por nos terem seguido nestes primeiros passos.  

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Em Directo: Rupert Murdoch responde no Parlamento britânico

O magnata Rupert Murdoch responde, neste momento, no Parlamento britânico, pelo escândalo que levou ao fim do tablóide News of the World.

Acompanhe em directo, pela internet, no site da BBC: http://www.bbc.co.uk/news/uk-politics-14193124

O comentário e análise, em Português, acontece ao longo da edição da tarde na SIC Notícias, com Martim Cabral.

Actualização: Rupert Murdoch foi atacado por um homem que tentou humilhar o magnata e suja-lo com espuma de barbear. A mulher de Murdoch, de rosa, reagiu rapidamente em defesa do marido..

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Dividocracia – Debtocracy

Sinopse: “Pela primeira vez na Grécia surge um documentário produzido pela audiência.
‘Dividocracia’ procura perceber as causas da crise da dívida soberana e propõe soluções alternativas, ocultadas pelo Governo e pelos meios de comunicação social dominantes.”

É sem dúvida um documentário polémico. A premissa é a de que se a democracia é feita para servir os cidadãos, o sistema, em vigor na Grécia, funciona para servir a dívida. “Dividocracia” explora uma teoria, segundo a qual, a divida contraída pela Grécia pode ser considerada ilegal.

Com argumento escrito pelos jornalistas gregos Katerina Kitidi e Aris Chatzistefanou, “Dividocracia” oferece uma solução alternativa: não pagar a dívida, simplesmente porque não foi contraída em benefício ou para o bem do povo grego. Ainda que não dê espaço ao contraditório, os argumentos apresentados são validos, apoiados por alguns economistas e com casos semelhantes no passado. São cerca de 75 minutos para ver e reflectir, até porque a situação portuguesa, ainda que diferente, tem algumas semelhanças.

Para quem perdeu a transmissão na televisão, aqui fica o vídeo, na íntegra, com legendas em português (de Portugal) e versão em alta definição (720p).


(para ver com legendas e em HD clique no botão para expandir o leitor)

Ficha Técnica

Realização/Argumento

Katerina Kitidi
Aris Chatzistefanou

Pesquisa

Leonidas Vatikiotis

Animação

Magda Plevraki
Sokratis Galiatsakos

Música

Giannis Agelakas
Ermis Georgiadis
Aris RSN

Edição

Aris Triantafillou

Câmara

Aris Papastefanou
ulia Reinecke

Côr

Thanos Tsantas

Relações Públicas

Michalis Alimanis

Contribuições

Aggeliki Gaidatzi
Fani Gaidatzi
Ioulia Kileri
Margarita Tsomou

Produção

Costas Efimeros
2011 – BitsnBytes.gr

Mais informações em: http://debtocracy.gr/

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A Guerra em Imagens

“Uma imagem vale mais do que mil palavras” é uma máxima que tem tido eco desde que surgiu a fotografia. Os meios e as técnicas evoluíram mas o ditado mantém-se actual. Sobretudo no que à fotografia diz respeito.

É o caso das imagens recolhidas por Tiago Petinga, fotojornalista da agência Lusa. Tiago já passou pelos locais mais inóspitos: da Líbia ao Afeganistão, passando pelas legislativas em Portugal, já viu um pouco de tudo. E os resultados são fantásticos.

Para quem acompanha estes conflitos, como nós aqui o fazemos, trabalhos como o do Tiago são indispensáveis para vermos aquilo que, muitas vezes, jornais e televisões não mostram. Um olhar diferente, mais humano, cuja contribuição parece encurtar a distância.

Fica pois o link para as imagens recolhidas do conflito na Líbia, onde passou 10 dias, no lado pró-Kadhafi e no lado dos rebeldes. Fica também o link para o perfil do jornalista, com ligações às várias galerias e ao flickr pessoal.

Imagens a não perder.

[dica de Aurélio Faria]

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No meio do combate…

É, por circunstâncias económicas, um estilo de jornalismo que em Portugal não se pratica. O facto de sermos um país pequeno, com pouca expressão nos conflitos internacionais também ajuda.

Falo do embedded journalism que funciona, sobretudo, em cenários de guerra, quando uma equipa de jornalistas acompanha os militares no dia a dia e, muitas vezes, durante o desenrolar do conflito.

Apresenta alguns problemas éticos no que à objectividade diz respeito mas permite-nos um olhar bastante mais próximo da acção.

Aqui fica uma reportagem da CNN, no Afeganistão, onde nos é possível constatar que, apesar da retirada anunciada por Barack Obama, os combates entre as forças da NATO e os Taliban ainda são ferozes.

Mais informações no site da CNN

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Sem Perder Tempo

Apanhou muitos de surpresa. Assim de fininho, como quem não quer a coisa, o primeiro-ministro anunciou um novo imposto que vai tirar aos portugueses o equivalente a metade do subsídio de Natal menos o valor do salário mínimo.

Há quem acuse Pedro Passos Coelho de incoerência, pelas inúmeras declarações pré-eleitorais que prometiam não cortar os subsídios ou pelas imposições feitas ao anterior Governo para viabilizar o Orçamento do Estado. A todos esses só posso dizer: é política.

Ainda que possamos e devamos exigir dos nossos representantes mais e melhor, não podemos ser tão inocentes. A verdade é que de fora a visão é sempre mais turva e há sempre a tentação de prometer o mundo, mesmo quando se sabe que não se pode cumprir.

Mais do que o imposto, o que me parece preocupante no meio disto tudo são as eventuais pressões, de que pode ter sido alvo o primeiro-ministro, no “caso Bairrão”. As alegadas divergências com José Eduardo Moniz e com a Ongoing, uma das interessadas na privatização da RTP, parecem credíveis e fazem sentido.

É um daqueles temas que move muitos milhões, muitos interesses e a ter acontecido tamanha pressão é de temer a permeabilidade do primeiro-ministro. Que me perdoe a Ongoing mas o que acontecerá quando em jogo estiverem os interesses de empresas ainda maiores, como alguns Bancos, a Galp, a TAP, a PT ou a EDP, todas gigantes, todas  em linha para serem privatizadas.

Voltando ao imposto, com a derrapagem orçamental do costume – à bom português -, com 2 meses de Governo de gestão, com intervenção da troika, era previsível. Chegou e chegou a tempo. Pedro Passos Coelho não esteve com meias medidas, encarou o animal de frente e não perdeu tempo.

O mandato ainda agora começou e não tem oposição no parlamento – o PS sem líder é uma sombra do que foi, o PCP é o do costume e o BE está fragmentado e assiste a uma luta constante na liderança. Assim, a coisa até pode correr bem, Portugal pode de facto cumprir o prometido e como não há barulho, daqui a 4 anos ninguém se lembra. Sorte ou não, Passos parece estar bem encaminhado.

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